Olá meu povo!
Saibam que eu me sinto muito feliz ao ler as mensagens de força, nos comentários que vocêm deixam aqui no blog. Sinto que têm pessoas que rezam, torcem e vibram, com cada vitória e a cada etapa vencida. Isso me dá sempre força e motivação para crescer cada vez mais, como profissional e como pessoa.
Gente, achei tão lindo o comentário que a Luna deixou que quero dividir com todos! Tem tudo a ver com meu mundo, quem já teve o prazer de pisar num palco, sabe a força destas palavras.
"...Então acendem-se as luzes coloridas e acariciantes da parte externa do teatro. Você percebe que cada nuance de seu rosto e de seu corpo estão visíveis. As luzes rosadas dão a sua pele um brilho acetinado. O refletor que a acompanha perfura seus olhos. As luzes à direita e à esquerda do palco, acrescentam uma dimensão de cor a seus braços e pernas. Você não consegue ver absolutamente ninguém na platéia. É um negrume alienante. Então percebe que tudo depende de você. Você é a artista. Esquece os complexos processos técnicos. Esquece as ansiedades e a dor. Chega a esquecer quem é. Funde-se à música, às luzes e ao espírito coletivo da platéia. Sabe que está presente para ajudá-los a se transportar. Eles querem se sentir melhor consigo mesmos e uns com os outros. Então eles reagem. O aplauso generoso e coletivo significa que gostam de você, até que a amam. Transmitem-lhe energia e você a retribui. Participam juntos. E o ciclo continua. Você salta, paira, volta-se, alonga-se e se curva. Eles batem palmas, gritam, assobiam, batem os pés e riem. Você aceita a apreciação deles pelo que vêem e oferece mais. E assim vai. Os longos anos valeram a pena. A magia milagrosa da expressão sobrepõe-se a tudo. Torna-se tudo. Mais uma vez você percebe que é tudo que tem consciência de ser. Você e a platéia se integram. Vocês são a expressão de um talento. O talento de dar e receber, de fazer vibrar com um espírito superior por meio do corpo, o talento que as almas possuem de se apreciar reciprocamente, de criar a vida numa escala maior. O talento de compreender a consciência indefinida que nos faz ser um só, parte de uma perfeição divina que é a assência da comunhão. Você está dançando com Deus. Está dançando com você mesma. Está dançando na Luz."

As fotos acima, foram tiradas na gravação do curta-metragem "Alfaville".
Foi muito bom participar deste projeto, só tinha gente jovem envolvida e muito afim te realizar coisas legais. Eu vivenciei uma dona-de-casa, com direito a modelito comportado e tudo. Será que a vida imitará a arte? (rsrsrs).
A trama fala do conflito urbano brasileiro, onde o crescimento da pobreza nos centros repele os mais favorecidos para condomínios de alto-padrão na periferia de São Paulo, construindo casas sem muro dentro de condomínios fechados.
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Sheila Mello
às
20:51
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A Invasão

Estas fotos postadas para vocês, foram tiradas na apresentação do estudo do Célia (texto "A Invasão", de Dias Gomes), onde, como de costume, o autor introduz problemas reais do nosso país, como o poder da corrupção, do dinheiro, o descaso dos governantes perante problemas de moradia, de retirantes nordestinos, etc... Ao lado disso, tem uma pitada de humor. Como dizia o poeta "ao lado de quem chora, há sempre quem ri".
Minha personagem foi a Malú (quem quiser saber mais sobre ela e aproveitar para ler um ótimo livro, já sabe: "A Invasão"). Foram alguns meses de ansiedade gostosa, que impulsionava a classe inteira. Como disse a Carol (colega de classe) "como borboletas batendo asas no estômago" (rsrsrs). Mas, enfim, com a ajuda de Baco, Dionísio e todos os outros deuses gregos, agora sou estudante do 3 termo!

Escrito
por
Sheila Mello
às
09:49
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A IMPORTÂNCIA DA PONTUAÇÃO
Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena.
Escreveu assim:
"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres."
Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava ele a fortuna?
Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito: Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Assim é a vida. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz a diferença.
Escrito
por
Sheila Mello
às
10:08
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